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Aponte a câmera para o QR da nota fiscal e a compra entra lançada — loja, itens, quantidades, preços, categorias. No fim do mês está tudo numa folha só, e dá para perguntar em português onde o dinheiro foi.
A nota fiscal eletrônica é buscada na SEFAZ e lançada inteira: cada item com quantidade, preço unitário, desconto e categoria. Você não digita nada.
Médias por compra, o ritmo dia por dia e os preços que mexeram desde a última vez — o mesmo arroz, dois mercados, dois valores.
Anos de compras são dados demais para olhar à mão. Pergunte em português e a resposta vem com as notas de onde saiu o número.
A conta é feita sobre as suas notas, não sobre uma média do país. E toda resposta mostra de quais compras ela saiu.
No Atacadão, a 21,90 o pacote de 500 g. No mercado do bairro você pagou 26,50 pelo mesmo café em 14 de março — 4,60 a mais.
Com qualquer nota fiscal eletrônica com QR — o padrão dos mercados no Brasil. Compra de feira, sem nota, você lança à mão ou por foto.
Sim. A caderneta é da casa: você convida as pessoas com quem divide as despesas e as compras de todos entram na mesma folha.
No servidor do Caderneta, na sua casa, ou no seu próprio servidor se preferir — o app aponta para onde você mandar.
Ainda não. Hoje é iPhone — uma versão Android está nos planos.